Rádio STOP

Programa de rádio com os psicanalistas Norberto Keppe e Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco, que analisam diversos setores da sociedade à luz da Psicanálise Integral.

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Conheça a patologia feminina

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TV Aberta News Reportagem no Festival Finlandês do Centro de Línguas Millennium da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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TV Aberta News Reportagem no Festival Finlandês do Centro de Línguas Millennium da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

Programa entrevistou Sari Koivukangas e Lemmikki Louhimies (Finlândia) e foi ao ar domingo, 22/12, às 22 horas, com reprise na sexta-feira 19 horas na TV Aberta SP

FESTIVAL INÉDITO TROUXE CULTURA E ARTE DA FINLÂNDIA PARA SÃO PAULO

O povo finlandês é hoje o mais feliz do planeta, seu sistema educacional está entre os melhores do mundo e sua produção artística e cultural tem uma profundidade dificilmente encontrada em outros lugares nos dias de hoje. Agora, toda essa riqueza humana de arte e conhecimento esteve ao alcance dos brasileiros no Festival Finlandês, primeiro do gênero em São Paulo.

Professores e artistas da Finlândia realizaram durante 13 dias eventos culturais, educacionais e artísticos na capital paulista, de 25 de novembro a 7 de dezembro. As atividades aconteceram no Instituto de Línguas Millennium, em suas unidades da Rebouças, Chácara Santo Antônio, Moema e Augusta e na sede das Faculdades Trilógicas Keppe & Pacheco (FATRI).

CINEMA DA FINLÂNDIA

O espírito finlandês através do cinema será apresentado pela escritora, pintora, apresentadora de TV e Professora de Roteiro para Cinema e Televisão Lemmikki Louhimies, da Universidade de Ciências Aplicadas de Tampere, que veio da Finlândia especialmente para o evento. Em outra palestra, ela falou também sobre a Arte Sacra (Ícones) em seu país.

EDUCAÇÂO FINLANDESA

Baseada nos valores e ideais de trabalho, honestidade e estética, a educação da Finlândia tem servido de modelo a muitos países, inclusive o Brasil. A apresentação foi conduzida pelos finlandeses: Jelena Santalainen, Coordenadora de Cooperação Científica e da Educação da Embaixada da Finlândia no Brasil, Markku Lyyra, psicanalista trilógico e Professor da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco, e Sari Koivukangas, Professora e Co-ordenadora da Internacionalização da FATRI.

NATAL À FINLANDESA

Na Finlândia, o Natal é celebrado em todas as cidades e casas, sendo uma época muito importante para os finlandeses, que começam as festividades logo no início de dezembro, com o Advento, sem contar que o famoso Papai Noel tem sua própria casa na Lapônia, região norte da Finlândia. A Festa de Natal do Instituto de Línguas Millennium e Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco contou com presença de Papai Noel e Santa Luzia, Teatro de Fantoches “Princesa que ficava verde” e muita animação com a banda dos professores Millennium Teachers’ Band.

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Assédio Feminino: Indústria Florescente

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Hoje as mulheres não podem mais dizer que estão impedidas de fazer o que antes “só os homens podiam fazer” (impelidas pela inveja e pela projeção, elas viam uma grande vantagem na “poligamia”).

As leis atuais garantem a liberdade das mulheres se relacionarem com quem desejarem, infidelidade conjugal não é mais penalizada, e em vários países abortos são de decisão única das mulheres. Dentro desse novo modelo de comportamento, as feministas garantiram o poder de vestir-se como bem entendem (ou despir-se) e têm a proteção da lei. Ao mesmo tempo, assistimos a uma forma inusitada de censura, fomentada grandemente pelas feministas, feita aos homens heterossexuais.

Quem assedia a quem?

A sociedade e as leis só consideram assédio aquele que é feito pelos homens. O assedio feminino não é nem reconhecido e muito menos criminalizado. Vou explicar melhor: o dicionário define assédio como:

“1. um tipo de violência que se caracteriza pela insistência de determinada pessoa em se insinuar sexualmente para outra, provocando desconforto nesta última.”

Claro que essa definição foi dirigida prioritariamente aos homens que, pela sua natureza instintivamente mais ativa, respondem ao estímulo sexual feminino, aparentemente passivo. Mas será que esse estímulo sensual feminino é tão passivo e inocente? Não será um grande desconforto ao homens heterossexuais sofrerem diariamente, em locais públicos e privados, o apelo aberto e ostensivo das que se vestem e se comportam de forma provocativa para um homem normal ?

“2.O assédio sexual costuma acontecer em ambientes de trabalho, quando o funcionário(a) é por vezes ameaçado, chantageado ou mesmo vítima de avanços sexuais (verbais ou físicos) sem o seu consentimento.”

As mulheres que se comportam de maneira sensual e provocativa não estão agindo de forma a gerar desconforto e até torturar os homens heterossexuais em ambientes de estudo e trabalho, que deveriam requerer concentração? Qual homem saudável sente-se confortável tendo que trabalhar ao lado de uma mulher que exibe suas formas atraentes sem timidez? É esperado que mais dia, menos dia, o homem saia de seu controle e manifeste aquilo que geralmente a mulher no fundo espera: saber que é desejada, mesmo que não tenha a menor intenção de retribuir o relacionamento.

Aliás a atitude de provocação sexual que as mulheres têm traz enorme intranquilidade para toda a empresa: acaba com a produtividade, alimentando a alienação. Onde as feministas têm preponderância, seja no trabalho, nas reuniões socais ou familiares, o ambiente torna-se agitado, e causa desentendimentos entre homens e mulheres.

Quantos bons profissionais não tiveram suas vidas e famílias destruídas após terem caído na armadilha de mulheres doentes e perversas com aparência de vítimas indefesas.

Um cliente de psicanálise que mora em Londres queixou-se da desigualdade de tratamento que os homens vêm sofrendo em relação as mulheres. Disse ele:

“se eu toco de leve no ombro de uma mulher para cumprimentá-la posso ser acusado de assédio sexual e ser punido por isso. Porém elas podem se vestir de forma provocante e sensual, nos abraçar, encostar seu corpo no nosso sem que possamos nos sentir provocados, e sem que possamos exprimir qualquer reação. Parece que todas querem que sejamos homossexuais! E se conseguem nos castrar ainda somos chamados de impotentes, fracos e covardes.”

Nunca se ouve falar de homens que se revoltam por terem sido assediados sexualmente por mulheres – existe entre eles um sentimento de vergonha se rejeitarem tal assédio. E se eles caem nas malhas da sedução feminina, se até ingenuamente demonstram seu impulso natural, as mesmas mulheres se enchem de ódio contra eles e os chamam de animalescos. Porque então as mulheres gastam tanto dinheiro e tempo para serem cada vez mais sexys? Para terem o prazer de poder humilhá-los e rejeitá-los?

Assédio no trabalho: indústria florescente de processos

Humilhar o homem não é a única recompensa das feministas. Não existem leis apropriadas em defesa dos homens heterossexuais assediados por mulheres. Existe a Delegacia da Mulher mas não a dos homens assediados, agredidos, processados, roubados e colocados na cadeia pelas mulheres.

O Decreto-Lei nº 10.224, de 15 de maio de 2001, acrescenta o artigo nº 216-A ao Código Penal Brasileiro, apresentando o seguinte texto:

“Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função.”

A pena para a violação desta lei é a detenção que pode variar entre 1 e 2 anos.

Por que não existem processos trabalhistas movidos por homens heterossexuais contra mulheres que os assediam no trabalho?

A possibilidade de serem economicamente compensadas nos processos trabalhistas não terá favorecido o abuso na aplicação dessa legislação incompleta? Aí vêm lucrando as mulheres e seus advogados!

Assunto milenar

Mulheres atacarem a sexualidade masculina já foi assunto de inúmeros clássicos, desde Adão e Eva, Sansão e Dalila a vários tratados de Psicanálise – inveja do pênis, da sua virilidade, da sua liberdade, da sua capacidade – tudo em nome da desigualdade de sexos. Não é a mulher que sofre de complexo de castração, mas são elas que desejam castrar os homens.

E agora – que a mulher já conseguiu ser livre para fazer o que bem entende de seu corpo e de sua vida – porque esse ódio permanece?

Citando as mesmas fontes psicanalíticas (Freud, Klein e outros) e até bíblicas, só nos resta uma hipótese: a inveja feminista continua forte e firme e causando, mais do que antes seus desmandos.

Cláudia B. S. Pacheco
Psicanalista e escritora, com 12 livros publicados. Vice-presidente da SITA, presidente e fundadora da Associação Keppe & Pacheco e da STOP a Destruição do Mundo.

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Livro Mulheres no Diva – Uma Análise da Patologia Feminina

Baseado na experiência com centenas de casos clínicos, a autora analisa a realidade social e psicológica das mulheres e de sua luta pela real libertação, mostrando, em termos práticos, que elas podem obter realização genuína e felicidade duradoura, através de uma maior percepção das suas atitudes psicopatológicas.

Jornal da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco | Ano X – N°100 | Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco

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Estude Línguas pelo Método Trilógico

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Benefícios na saúde, relacionamentos, produtividade e capacidade de estudo foram relatados pela maioria dos estudantes que aprendem idiomas através do Método Terapêutico Trilógico de Norberto Keppe em São Paulo, em pesquisa efetuada com cerca de 380 alunos (vice gráfico acima). Além disso, os alunos que tiveram experiências anteriores de estudo de línguas afirmaram ter aprendido idiomas mais facilmente por esse método que no ensino tradicional.

A Metodologia Terapêutica é aplicada com exclusividade há 23 anos na capital paulista pelo Instituto de Línguas Millennium, que agora foi alçado a Centro de Línguas da Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco – FATRI. Com isso ampliam-se os benefícios que essa tradicional escola de línguas proporciona aos alunos, pois passa a oferecer certificados de extensão a cada módulo concluído com aprovação e frequência mínima exigida. Além disso oferece cursos de pós-graduação em inglês, praticamente um ineditismo no ensino de línguas no Brasil.

Os professores, europeus, americanos e brasileiros com larga vivência no Exterior, são especialistas nesse método, que permite ao aluno, ao mesmo tempo que aprende uma língua, fazer também uma espécie de psicossocioterapia, graças aos textos terapêuticos trilógicos e ao tipo de ensino ministrado no idioma estudado.

Única escola no Brasil a ensinar finlandês, notabilizou-se por ministrar com excelência, além deste, mais sete idiomas: inglês, francês, alemão, espanhol, italiano, sueco e português para estrangeiros, além de redação em língua portuguesa para brasileiros.

Como Centro de Línguas da FATRI, a Millennium já ministra o Curso de Pós-graduação em Inglês e vai promover cursos de extensão, aperfeiçoamento e atualização em idiomas aos interessados.

Com essa iniciativa, a Faculdade Trilógica Keppe & Pacheco, com o seu Centro de Línguas, procura atingir as metas educacionais do país, ou seja, garantir, nas instituições de educação superior, a oferta de cursos de extensão, para atender as necessidades da educação continuada de adultos, com ou sem formação superior, na perspectiva de integrar o necessário esforço nacional de resgate da dívida social e educacional.

CERTIFICADO

Os cursos de extensão serão divididos em 9 módulos, com atribuição de certificado de conclusão ao final de cada módulo.

 

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PSICO-SÓCIO-PATOLOGIA DAS LEIS: A Patologia do Foro Privilegiado

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Leia aqui o artigo completo presente no Jornal STOP ed. 98

A Constituição Federal de 1988 é a sétima Constituição do Brasil, tendo sido promulgada no dia 5 de outubro, depois de quase 2 anos de trabalho da Assembleia Constituinte. A Constituição é chamada de lei suprema do país porque é nela que foi estabelecida a estrutura e organização do Estado. É na CF que estão as normas basilares, que são superiores a todas as outras normas jurídicas.

Quando nos indignamos perante a impunidade no Brasil, principalmente com relação aos crimes de colarinho branco, não imaginamos que isso também ocorra por encontrar respaldo jurídico na Constituição.

Quantas pessoas podemos citar que foram presas por crimes de colarinho branco antes do evento da Lava Jato e do Mensalão na história recente brasileira? Mas quanto tempo ficaram presas de fato?

Isso ocorre entre outras razões devido o foro privilegiado. O FORO POR PRERROGATIVA DE FUNÇÃO Art. 29, inc. X da Constituição Federal de 88. Trata-se de direito adquirido por algumas autoridades públicas, (aproximadamente 50 mil cargos) de acordo com o ordenamento jurídico brasileiro, garantindo que possam ter um julgamento especial e particular quando são alvos de processos penais.

Ocorre que, esse privilégio afronta diretamente o artigo 5º da Constituição Federal, senão vejamos:

“Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Os sintomas do Foro Privilegiado são visíveis e de fácil percepção para qualquer ser humano. Essa lei incentiva à disseminação da corrupção, injustiça social, impunidade e a violência. Propiciando um terreno fértil para bandidos assolarem a democracia enquanto se beneficiam dela, como agentes patológicos que crescem dentro de um órgão saudável ou mesmo como nos filmes de vampiros humanos que sugam sangue uma vez que seu próprio já está totalmente comprometido.

Obviamente que o legislador enxergou nesse artigo 5º da CF, uma possível ameaça à sua integridade e permanência no poder. Criando assim, uma exceção à regra (Foro Privilegiado).  Apesar das justificativas é aqui que podemos identificar a oculta causa psíquica, ou seja, a inversão do ser humano, que consiste em ver num bem um prejuízo e no mal um benefício, encontrando uma maneira de “diminuir os prejuízos” da igualdade e transparência previstas no artigo 5º CF.

Recentemente, estive numa palestra ministrada pelo Ilmo. Dr. Deltan Dallagnol, procurador e coordenador da força tarefa da lava jato, onde ele apontava essa necessidade na mudança das leis. Que a força-tarefa da lava jato não seria o bastante para mudar o Brasil, que seria necessária uma mudança na legislação, caso contrário, apenas ocorreria uma alternância de autorias delitivas dentro da malha de corrupção sistêmica brasileira.

Entendo que as leis foram e são elaboradas para manter o poderoso no poder e servir os interesses de poucos em detrimento de muitos. O poder político subordinado ao poder econômico. Esse princípio se institucionalizou, e se tornou a fonte do fazer político. Contudo, temos que ficar vigilantes, como dizia Abraham Lincoln “A eterna vigilância é o preço de nossa liberdade” ou ainda, “Conscientizar a humanidade que ela está nesse estado de obnubilação é condição fundamental para leva-la a uma situação de felicidade. Socialmente, temos que modificar imediatamente as leis, que permitem aos mais doentes dominar a sociedade, estar atento para que os indivíduos maus não distorçam novamente, temos de vigiar cada minuto, para que não sejamos lesados.” Norberto Keppe, Libertação dos Povos pag.17.

A ética e a consciência estão acima da lei. Este princípio metafísico que estipula a máxima da ordem do maior para o menor (fonte dessa máxima seria Santo Anselmo?) deveria ser aplicado quando da elaboração das leis, encontrando sua fonte e respaldo naquilo que está acima dela. Quando uma lei não está sob a égide do elemento transcendental ou metafísico, ela está fadada ao fracasso ou a injustiça. Em seu trabalho, Desobediência Civil, Henry David Thoreau diz: “Se uma lei é injusta, desobedeça”, ou ainda, “Devemos ser homens, em primeiro lugar, e depois súditos. Não é desejável cultivar pela lei o mesmo respeito que cultivamos pelo direito.” O pai da desobediência civil foi o grande inspirador de outros grandes líderes mundiais como Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela.

Se o ser humano não perceber essa inversão que mencionei anteriormente, de ver na corrupção como um grande benefício ou vantagem para si próprio, continuará a criar consciente ou inconscientemente mecanismos de proteção à patologia, travestidos em anseios morais e falácias de raciocínios.

Essa inversão ocorre de maneira geral, tanto nos operadores do direito como os legisladores, políticos, advogados, juízes como no povo, que ao ir às urnas eleger seu representante, identifica num determinado candidato seu próprio desejo de poder e corrupção.

Rodrigo Pacheco Angélico, advogado OAB 204858/SP, American Bar Association 02095430.

Fonte da imagem: Charge do Lane